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Estimular a autonomia – Jornal Estado de Minas

Carolina Cotta – Jornal Estado de Minas – Caderno de Educação – 23 de janeiro de 2016

Não são apenas as metodologias que mudam com o passar dos anos, o perfil do aluno também já não é o mesmo. Por isso,
segundo Bruno Ramos, diretor do Colégio Pitágoras Cidade Jardim, metodologias conteudistas já não são tão utilizadas. “Ela incentiva a decoração de conteúdo se hoje incentivamos decorar menos e construir mais. Convidamos os nossos alunos a raciocinar e interpretar diferentes temas e questões. Assim, incentivamos que usem ferramentas de ensino adaptativo que vão instigar o raciocínio”, afirma.

Pedro Bittencourt e Renato: dicas para estudar em 2016

Pedro Bittencourt e Renato: dicas para estudar em 2016

Criar um hábito de estudos desde pequeno permite um melhor aproveitamento do estudante, mas é importante que o aluno amadureça com o passar do tempo.Quando o aluno é menor, por exemplo, precisa do auxílio dos pais para estudar e criar uma rotina de estudos. Com o passar do tempo, ele deve criar certa independência nesse sentido.

“O aluno deve compreender a importância de montar e seguir uma rotina de estudos que não esteja apenas condicionada às semanas de provas. Por isso, é importante também incentivar a autonomia”, afirma. Mas como criar esse hábito? É interessante reservar um horário para fazer exercícios e revisar os conteúdos aprendidos no dia, o que ajuda a fixá-los. Isso, não necessariamente, precisa ser feito em casa. Muitas vezes, a própria escola oferece um espaço e suporte para o aluno estudar depois das aulas. Seja onde for, Bruno defende que o ideal é o aluno dividir e mesclar as disciplinas
que demandem diferentes habilidades cognitivas de aprendizagem. Além disso, é importante montar uma grade de horários, fazer intervalos e evitar longos
períodos de estudo.

ENEM

Nos últimos anos, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem aumentado o grau de dificuldade das questões e a pontuação necessária para aprovação. Por isso, os vestibulandos precisam estar mais bem preparados, só que muitas horas contínuas de estudo geram estresse e atrapalham o desempenho.

Para Pedro Bittencourt, professor do Determinante Pré-Vestibular, é importante intercalar estudo e momentos de relaxamento. Outro ponto importante é dormir e se alimentar bem, evitando, ainda, remédios desnecessários. Mas não há regra. “É fundamental entender que cada aluno tem uma rotina de estudos.

Generalizar pode ser improdutívo. Sugerimos um plano de estudos que atenda a sua realidade”, defende Renato Ribeiro, professor de física e matemática do Determinante Pré-Vestibular. Para ele, a organização de um plano é produtiva ao permitir planejar a rotina diária e saber quanto tempo disponível realmente há até o Enem. Isso ajuda a definir prioridades. Mas não basta fazer um planejamento. Ele deve ser possível de ser executado, para evitar frustrações.

Para Renato, maturidade e autoconhecimento são essenciais. “O aluno precisa saber quem é, aonde quer chegar e quais os instrumentos para isso. Sugiro que o plano de estudos seja desenvolvido, e acompanhado, por profissional especializado.”

Para Bruno Ramos, a principal dica é não estudar apenas para passar de ano na escola. “Crie um hábito de estudos desde cedo. Muitos alunos sofrem na véspera do vestibular, ao perceberem que não aprenderam bem conteúdos de outras séries. Isso vale principalmente para quem vai disputar uma vaga no exterior, onde as universidades avaliam todo
o histórico escolar.”

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